Sabe aquela estória do Papai Noel descer pela chaminé e deixar presentes no pé da arvore e sair por aí em um trenó puxado por renas, todo vestido de vermelho? Pois é, pode esquecer, hoje em dia está difícil dele poder fazer isso com tranqüilidade. Já é considerada profissão de alto risco.
Existe lei para tudo, lei contra isso, lei contra aquilo, e nenhuma que funcione como deveria, mas todas que atrapalhem quem não merece, sem mencionar o fato de que a criminalidade esta tão grande que nem a entrada dele pela sua chaminé pode ser feita com segurança, porque ele corre o risco de levar um choque ou ser preso por invasão de domicilio.
Por exemplo, se ele sai noite a fora puxado pelas renas ele pode ser, além de assaltado, ele pode ser processado pela sociedade protetora dos animais ou por algum órgão ou sindicato que protege as “Renas puxadores do Trenó do Papai Noel”, sem falar que pode ser preso por vagabundagem. Quando ele entra, ou tenta, na casa das pessoas com aquele saco nas costas, ele pode acabar sendo confundido com um ladrão saindo da residência após o saque, isso se a chaminé não estiver protegida com cerca elétrica e sensor de movimento e o dono da casa não possuir uma arma de fogo em casa.
Há também o problema do trafego aéreo, que anda um caos aqui no Brasil. Deve ser mais seguro pular sem pára-quedas do que seguir qualquer instrução dos controladores de vôo daqui, “Atenção Senhor Papai Noel, aterrisse na pista 2, repito, pista 2 do Aeroporto Internacional de Congonhas”, as vezes penso que o Ronaldo, (lembram dele?) o padre baloeiro, deve ter achado mais seguro furar os balões ao invés de seguir a mesma orientação.
E na hora de estacionar o trenó? Afinal, aquilo não tem placa e possui tração animal, portanto não pode circular em perímetro urbano, ou seja, ele ainda corre o risco de ser multado.
E como Natal é época de frio em alguns lugares e onde deveria ser calor anda chovendo horrores e fazendo frio, vestido com aquele casaco e calça vermelha e aquele gorro, você imagina aquele gorro todo duro e apontado pra cima, ele pode acabar sendo confundido com um membro da Clux-Clux-Clã e indiciado por incitação ao racismo.
Depois ainda perguntam o porquê de nossas crianças não acreditarem mais em historinhas infantis. Mas convenhamos que com umas situações dessas, fica difícil pra qualquer uma aceitar a realidade.
Aos 7 anos elas descobrem que o coelhinho da Páscoa não existe, entre os 8 ou 9 descobrem que o Papai Noel é aquele tio chato, onde a única coisa natural é a barriga de chope, aos 14 já estão cientes de que a justiça não funciona e que além de cega, é surda e muda. Só falta que, quando eles crescerem, descobrirem que os adultos não transam mais e que o único sonho concreto é aquele que você compra na padaria.
Existe lei para tudo, lei contra isso, lei contra aquilo, e nenhuma que funcione como deveria, mas todas que atrapalhem quem não merece, sem mencionar o fato de que a criminalidade esta tão grande que nem a entrada dele pela sua chaminé pode ser feita com segurança, porque ele corre o risco de levar um choque ou ser preso por invasão de domicilio.
Por exemplo, se ele sai noite a fora puxado pelas renas ele pode ser, além de assaltado, ele pode ser processado pela sociedade protetora dos animais ou por algum órgão ou sindicato que protege as “Renas puxadores do Trenó do Papai Noel”, sem falar que pode ser preso por vagabundagem. Quando ele entra, ou tenta, na casa das pessoas com aquele saco nas costas, ele pode acabar sendo confundido com um ladrão saindo da residência após o saque, isso se a chaminé não estiver protegida com cerca elétrica e sensor de movimento e o dono da casa não possuir uma arma de fogo em casa.
Há também o problema do trafego aéreo, que anda um caos aqui no Brasil. Deve ser mais seguro pular sem pára-quedas do que seguir qualquer instrução dos controladores de vôo daqui, “Atenção Senhor Papai Noel, aterrisse na pista 2, repito, pista 2 do Aeroporto Internacional de Congonhas”, as vezes penso que o Ronaldo, (lembram dele?) o padre baloeiro, deve ter achado mais seguro furar os balões ao invés de seguir a mesma orientação.
E na hora de estacionar o trenó? Afinal, aquilo não tem placa e possui tração animal, portanto não pode circular em perímetro urbano, ou seja, ele ainda corre o risco de ser multado.
E como Natal é época de frio em alguns lugares e onde deveria ser calor anda chovendo horrores e fazendo frio, vestido com aquele casaco e calça vermelha e aquele gorro, você imagina aquele gorro todo duro e apontado pra cima, ele pode acabar sendo confundido com um membro da Clux-Clux-Clã e indiciado por incitação ao racismo.
Depois ainda perguntam o porquê de nossas crianças não acreditarem mais em historinhas infantis. Mas convenhamos que com umas situações dessas, fica difícil pra qualquer uma aceitar a realidade.
Aos 7 anos elas descobrem que o coelhinho da Páscoa não existe, entre os 8 ou 9 descobrem que o Papai Noel é aquele tio chato, onde a única coisa natural é a barriga de chope, aos 14 já estão cientes de que a justiça não funciona e que além de cega, é surda e muda. Só falta que, quando eles crescerem, descobrirem que os adultos não transam mais e que o único sonho concreto é aquele que você compra na padaria.
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